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Velhos Atos Num Novo Palco: O cenário da política no Amazonas na Transição do Império (Ref: 9788555073519)
Velhos atos num novo palco versa sobre as relações políticas estabelecidas no Amazonas durante a transição do regime imperial para o regime republicano, e seus anos iniciais. Nesse sentido...
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João Rozendo Tavares Neto
Dados técnicos
ISBN: 978-85-5507-351-9
Páginas: 174
Edição: 1ª
Ano Publicação: 2016
Especificação
Apresentação: Brochura
Formato: 14,8 x 21cms
Descrição longa
Velhos Atos Num Novo Palco: O cenário da política no Amazonas na Transição do Império para a República (1888-1896)
João Rozendo Tavares Neto

Velhos atos num novo palco versa sobre as relações políticas estabelecidas no Amazonas durante a transição do regime imperial para o regime republicano, e seus anos iniciais. Nesse sentido, propusemo-nos a analisar as relações político-partidárias e os conflitos desencadeados por elas, conflitos estes que em alguns momentos resultaram em enfrentamentos armados.
No dia 21 de novembro de 1889, chegou ao Amazonas a confirmação da notícia de que a República havia sido proclamada na capital do Brasil, desta maneira, os representantes da nova ordem buscaram assumir as rédeas do governo. Contudo, ao iniciarem o processo de organização da primeira junta provisória, deflagraram-se as primeiras diferenças entre os novos governantes, ocasionando o primeiro desentendimento entre os republicanos amazonenses. A discórdia girou em torno da composição da referida junta, pois os militares tomaram a frente apoderando-se da organização da mesma, deixando os republicanos históricos civis, afastados. Todavia, mediante constantes inquirições dos republicanos civis, estabeleceram uma nova formação contando com a presença do republicano histórico Carvalho Leal.
Quando o militar Augusto Ximeno Villeroy assumiu o governo provisório do Estado em substituição à junta, buscou exercer algumas mudanças que foram prontamente recusadas pelos políticos amazonenses, que passaram a atacar Villeroy, contribuindo para sua saída do governo. Em seguida, houve uma sucessão de governos provisórios, que tiveram durações efêmeras, até o momento da chegada do primeiro governador constitucional da história do Amazonas republicano, Coronel Gregório Thaumaturgo de Azevedo. Sua estada à frente do governo acentuou os desentendimentos entre os homens da política regional, que ficaram incontroláveis durante o período em que Floriano Peixoto determinou a destituição dos governadores que haviam apoiado os atos do ex-presidente Deodoro da Fonseca. Assim, Thaumaturgo foi destituído do governo.
Nesse ínterim, temos o retorno de Eduardo Gonçalves Ribeiro ao governo do Amazonas em 11 de março de 1892, que apesar de ter conseguido concluir seu mandato, interrompendo momentaneamente as sucessivas trocas de governadores, não foi caracterizado pela tranquilidade. Ao contrário, todo o seu período de atuação foi marcado por ações violentas, acusações de fraudes eleitorais e de corrupção, culminando com a manobra no Congresso Legislativo do Estado do Amazonas que garantiu a eleição do seu sucessor Fileto Pires Ferreira. Essa manobra ficou conhecida Congresso Foguetão.