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Revitalização e Ensino de Língua Indígena (Ref: 9788555074349)
Este livro discute a interação da Comunidade Tupinambá com a língua indígena Tupi/Tupinambá, língua que se encontra em processo de revitalização. Para isso, adota-se a postura de iniciá-lo trazendo a
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Francisco Vanderlei Ferreira da Costa
Dados técnicos
ISBN: 978-85-5507-434-9
Páginas: 293
Edição: 1ª
Ano Publicação: 2017
Especificação
Apresentação: Brochura
Formato: 16x23cm
Descrição longa
Revitalização e Ensino de Língua Indígena
Francisco Vanderlei Ferreira da Costa

Este livro discute a interação da Comunidade Tupinambá com a língua indígena Tupi/Tupinambá, língua que se encontra em processo de revitalização. Para isso, adota-se a postura de iniciá-lo trazendo a própria comunidade Tupi, com suas várias nomeações, isso nos séculos XVI e XVII, indicando as particularidades desse vasto e heterogêneo grupo que ocupava grande parte do litoral da região que seria nomeada de Brasil. Esse primeiro estudo tem a função de localizar a ancestralidade reclamada pela comunidade Tupinambá, mostrando o espaço do grupo Tupi na construção da História nacional. Em seguida, o trabalho volta-se para a comunidade Tupinambá do final do século XX e início do século XXI. Nesta etapa, já mostra a comunidade atual com sua luta para ser reconhecida oficialmente, a luta pela terra e pelos seus direitos, os quais continuam sendo desrespeitados. A História do grupo continua sendo feita, assim é importante mostrar que ele não ficou parado no tempo enquanto as autoridades brasileiras não os reconheciam sequer como índios. Eles continuaram a existir, mantendo sua cultura e sendo sujeitos de suas próprias mudanças étnicas. Por meio de seu movimento organizado, obtiveram as vitórias conquistadas. A partir da localização deste grupo, foi possível direcionar este estudo para a língua que ele pretende revitalizar. Desta forma, revitalização é o assunto seguinte, nele discute-se a situação das línguas no mundo, trazendo as políticas internacionais que estão em voga para tentar frear a morte de línguas. Dessas, atinge-se o cenário nacional e local, chegando ao grupo Tupinambá e expondo os motivos da escolha pela revitalização de uma língua indígena, também explorando o porquê dessa língua ser aquela mais estudada no Brasil, o Tupi. Nessa parte, verifica-se a forte ligação da língua escolhida com a identidade da comunidade Tupinambá, pois há fortalecimento do grupo advindo da volta da língua Tupi/Tupinambá. Assim o assunto seguinte é o levantamento dos dados da língua indígena ainda presente na comunidade Tupinambá, coletados com Tupinambá das três comunidades envolvidas: Olivença, Serra do Padeiro e Patiburi. A discussão final traz o ensino da língua indígena na comunidade Tupinambá. Nesta parte, o estudo concentrou-se nas escolas e nos profissionais que possuem a incumbência de ensinar a língua escolhida, além de verificar os materiais didáticos e paradidáticos disponíveis nas salas de aula. A soma destes temas apresenta a situação da língua indígena na comunidade Tupinambá do Sul e Extremo-Sul da Bahia.