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MEMÓRIA x ESQUECIMENTO (Ref: 9788555078866)

"Constitui exercício de reflexão sobre o significado da luta pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita no Brasil, empreendida pelos Comitês Brasileiros pela Anistia (CBAs) – juntamente com o Movimento Feminino pela Anistia (MFPA), os exilados e os presos políticos – na segunda metade da década de 1970, e seu saldo político cujos efeitos se estendem até hoje."

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MEMÓRIA x ESQUECIMENTO - O movimento pela anistia no contexto da luta contra a ditadura militar  Helosa Greco


Constitui exercício de reflexão sobre o significado da luta pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita no Brasil, empreendida pelos Comitês Brasileiros pela Anistia (CBAs) – juntamente com o Movimento Feminino pela Anistia (MFPA), os exilados e os presos políticos – na segunda metade da década de 1970, e seu saldo político cujos efeitos se estendem até hoje. A discussão será feita no marco da novidade, isto é, das dimensões fundacionais da luta pela anistia, a partir das seguintes questões: Este movimento se esgotou nele mesmo? Qual a sua singularidade? Que novidade ele representa?  A hipótese é a seguinte: trata-se do primeiro movimento na história do Brasil a instaurar um espaço comum em torno de uma proposta de caráter político e estrutural caracterizada pelo confronto aberto e direto com a ditadura, instituindo linguagem própria de direitos humanos cuja centralidade é dada pela luta contra o aparelho repressivo e pelo direito à memória, à verdade e à justiça enquanto dimensão básica de cidadania. O instrumento teórico utilizado é o conceito de política de Hannah Arendt: o princípio republicano que articula esfera pública, ação e cidadania.  Seu locus é a esfera pública, o espaço exclusivo do exercício da cidadania – definida por ela como o direito de ter direitos.  O que define o espaço público para Arendt é que ele só pode ser construído pela ação e pelo discurso, não sendo, de forma alguma, dado, determinado ou instituído.  Neste atributo instituinte do político e na ênfase dada à novidade estão constituídas as ferramentas adequadas para o tratamento da luta pela anistia. Os dois núcleos que imprimem a novidade essencial à luta pela anistia são aqueles que determinam o seu caráter antitotalitário: - a fundação de linguagem própria de direitos humanos a partir da luta contra o terror instituído pela ditadura militar (1964-1985); e - o pioneirismo da bandeira pelo direito à memória enquanto dimensão de cidadania, parte integrante dessa luta contra o terrorismo de Estado. Estes núcleos constituem simultaneamente a centralidade e a transversalidade da discussão desenvolvida neste livro.

Especificação

Apresentação: Brochura 
Formato: 17 x 23cms

Dados técnicos

ISBN: 978-85-5507-886-6
Páginas: 590
Edição: 1ª 
Ano Publicação: 2018

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