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Glória ainda que tardia ou Alvarenga Peixoto, o poeta de Bárbara (Ref: 9788555074356)
Bárbara bela,
Do norte estrela,
Que o meu destino
Sabes guiar.

Esses são os primeiros versos de um dos poemas mais importantes e característicos de Alvarenga Peixoto, esse grande desconhecido...
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Glória ainda que tardia ou Alvarenga Peixoto, o poeta de Bárbara
Ana Maria Goulart Bustamante

Bárbara bela,
Do norte estrela,
Que o meu destino
Sabes guiar.

Esses são os primeiros versos de um dos poemas mais importantes e característicos de Alvarenga Peixoto, esse grande desconhecido. Nas histórias da inconfidência mineira, raramente se menciona que o poeta Inácio José de Alvarenga Peixoto morreu na prisão, na África, em agosto de 1792, apenas alguns meses após o enforcamento de Tiradentes, em 21 de abril. Os dois participaram da composição da bandeira da revolução: a ideia do triângulo vermelho é de Tiradentes, e o lema extraído de Virgílio - Libertas quae sera tamen é citação devida à erudição de Alvarenga Peixoto. Faz-se aqui a leitura de toda a obra de Alvarenga, dos primeiros sonetos em Portugal aos poemas escritos na prisão, no Rio de Janeiro, em busca das ocorrências da palavra bárbaro e de seus cognatos. Descobre-se, por esse caminho, que a palavra teve o sentido transformado e revigorado na obra do poeta, assim como na língua portuguesa.
Especificação
Apresentação: Brochura
Formato: 14,8 x 21cms
Dados técnicos
ISBN: 978-85-5507-435-6
Páginas: 116
Edição: 1ª
Ano Publicação: 2017
Texto adicional
Ana Maria Goulart Bustamante