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Cultura de Plantas Psicotrópicas Proibidas no Brasil (Ref: 9788555073984)
Surpresas agradáveis acontecem. Não é com muita frequência. Mas acontecem. Agora mesmo acabo de ter uma agradabilíssima: o conhecimento do jovem poeta, jurista, Delegado da Polícia Civil do Distrito
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Reinaldo Lobo
Dados técnicos
ISBN: 978-85-5507-398-4
Páginas: 336
Edição: 1ª
Ano Publicação: 2016
Especificação
Apresentação: Brochura
Formato: 16x23cm
Descrição longa
Cultura de Plantas Psicotrópicas Proibidas no Brasil: confisco de terras e debates em direitos e princípios fundamentais
Reinaldo Lobo

Surpresas agradáveis acontecem. Não é com muita frequência. Mas acontecem. Agora mesmo acabo de ter uma agradabilíssima: o conhecimento do jovem poeta, jurista, Delegado da Polícia Civil do Distrito Federal, Reinaldo Oscar de Freitas Mundim Lobo Rezende. Nome assim, extenso. De herdeiro de trono. Do trono literário de seu avô. Meu saudoso e estimado amigo escritor Paulo Rezende, que, aliás, nos deixou um valioso legado de narrativas infantis, crônicas, contos e romances. Muitos deles tive a honra de ler ainda no original, em razão de nossa amizade.
Reinaldo Lobo me mostra os originais de sua Dissertação de mestrado, o que poderia ser algo corriqueiro, não fosse a raridade do tema e a excelência de seu trabalho. Sua dissertação recebeu tratativas de livro e discorre sobre um dos temas mais controversos do ordenamento jurídico brasileiro: o confisco de terras em que são encontradas cultivares de plantas psicotrópicas. Sem qualquer tipo de indenização e sem a admissão de provas de inocência. Uma lei de tal forma draconiana que não encontra par no mundo democrático. Reinaldo Lobo enfrenta o tema, que é tão escassamente discutido por nossos autores, com ferramentas de jurista e sensibilidades de poeta. Espraia o assunto e sobre ele lança novas luzes, abrindo o leque de juízos que os operadores do direito possam alcançar. Seu trabalho contribui para várias frentes das ciências humanas, especialmente o Direito.
De onde estiver, tenho certeza de que o meu bom e velho amigo Paulo Rezende, com o coração repleto de orgulho, está dizendo em seu íntimo: esse é o neto que eu sempre quis ter.
* Edival Lourenço, Presidente da UBE ¿ GO,
ocupante da cadeira 22 da Academia Goiana de letras,
autor do romance Naqueles morros, depois da chuva,
Prêmio Jabuti de 2012.