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A fronteira é logo ali, mas permaneci escravo (Ref: 7902627)
As relações de proximidade entre senhores e escravos favoreceram um olhar para as fronteiras do pensamento humano a respeito da escravidão e da observação de uma fronteira geográfica...
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A fronteira é logo ali, mas permaneci escravo
Ubiratã F. Freitas

As relações de proximidade entre senhores e escravos favoreceram um olhar para as fronteiras do pensamento humano a respeito da escravidão e da observação de uma fronteira geográfica ainda em construção entre as Coroas de Portugal e Espanha, onde uma constante movimentação era comum. Com isso estando em uma fronteira ainda não delimitada e regulamentada, um dos possíveis mecanismos de controle se constituíram nas relações próximas de sociabilidade, sendo a alienação, a superexploração e as uniões estáveis entre cativos e as pretensas boas relações para mantê-los subjugados. A abordagem utilizada se organiza em uma temporalidade ocupacional que facilita a identificação da presença do negro escravizado nas terras ao sul da colônia e seu desenvolvimento no sistema escravista. As relações próximas de sociabilidade se tornaram um desafio para os negros privados de sua liberdade e explorados em seu trabalho, mas a formação da família escrava viabilizou a oportunidade de laços sociais, preservação cultural e resistência ao sistema. Isso leva a questões como: Por que os senhores deixavam casar seus escravos? Quais fatores internos e externos favoreceram para o casamento entre escravos? Esses questionamentos patrocinaram mais uma abordagem sobre o tema da escravidão, sendo elas as relações próximas e afetivas.
Especificação
Apresentação: Brochura
Formato: 14,8 x 21cms
Dados técnicos
ISBN: 978-85-5507-
Páginas:
Edição: 1ª
Ano Publicação: 2017
Texto adicional
Ubiratã F. Freitas